No dia 9 de junho, o Governo Federal divulgou os seus planos para as concessões nos setores de infraestrutura de transportes, com a promessa de rever erros do passado recente, e de ser mais flexível nas discussões com a iniciativa privada.

Adotando como premissa que o programa de concessões então anunciado não é apenas um manifesto de boas intenções, e na condição de especialista na estruturação de concessões e PPPs, pretendo propor no presente artigo uma agenda de mudanças para que as novas concessões federais tenham o sucesso esperado, tanto na geração de novos investimentos, que efetivamente melhorem a qualidade dos serviços, quanto na obtenção de melhores propostas de preço para os usuários e para o Governo.